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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Motores de Arranque de Jet-Ski





FIGURA 4- BENDIX
FIGURA 9- INDUZIDO
FIGURA 11- CARCAÇA C/IMÃS


FIGURA 1- MOTOR DE ARRANQUE


FIGURA 11- CARCAÇA COM IMÃS
FIGURA 12- SUPORTE ESCOVA
FIGURA 14 - ESCOVA


O que é um Motor de Arranque?

"Um Motor de Arranque (também Motor de Partida) é um motor elétrico que "gira" um motor a combustão a fim de causar o início de seu auto funcionamento ou "Um Motor de Arranque é um motor elétrico necessário para girar o motor para o seu funcionamento".

Quando a corrente a partir da bateria do veículo é aplicada ao solenóide (relê de partida, o que ocorre geralmente através do "switch" (interruptor) de ignição, o motor de arranque “empurra” o "bendix" (impulsor de partida) através de seu eixo, engrenando-o com a "gremalheira" (engrenagem) externa do volante de ignição do motor, ou “volante de ignição”. Neste ponto, o circuito é fechado entre os contatos principais do solenóide e o motor de arranque "elétrico" começa a funcionar e a girar o motor "a combustão" para funcionamento...

Existem diferentes tipos de Motores de Arranque, entretanto os Motores de Arranque de Jet-Ski SKT são do tipo “PMDD”- Permanent Magnet - Direct Drive

Saiba mais;

Alguns problemas relacionados com o mau funcionamento de Motores de Arranque, Relê de Partida e Bendix de Jet-Ski

“Ra-ta-ta-ta“ do Relê
O Motor de arranque faz um som "RA-TA-TA-TA" parecido com o de uma metralhadora. Existem duas possíveis causas para isso. Primeiramente uma bateria descarregada ou simplesmente morta, resultando no Relê de Partida tendo potência o suficiente para acionar, mas não o suficiente para se "manter" lá!
Então o Relê repetitivamente retrai e solta novamente resultando no som de metralhadora pura.
Segundo; o problema pode não ser o Relê. Pode ser que a Bobina secundária esteja queimada ou algum fio solto ou quebrado na mesma, resultando no acionamento do Relê, mas na incapacidade do mesmo em se manter lá.

Relê de Partida “queimado”:
Se um Motor de Arranque está “retornando” e o Relê de Partida (solenoid) “cheira” como queimado, é normal que fatores externos resultem neste tipo de dano ao Relê de Partida. Uma bateria descarregada, longos períodos de tentativa de girar o virabrequim e ligar o motor, ou uma falha no switch de ignição são causas normais que levam um Relê a queimar.

Bendix de Partida “girando em falso”:
Em geral, o Bendix girará em falso quando os rolamentos que normalmente travam o eixo da engrenagem na carcaça da “embreagem” do Bendix estão gastos por tempo de uso. Isso resulta no Bendix não sendo capaz de travar a engrenagem no lugar e girar o motor quando ele engata, pois aquela gira em falso.
Existem quatro outras causas, ainda que em cenários muito raros, onde o “Bendix” pode parecer estar “girando em falso ou patinando.

I.                    Ainda que muito incomum, é bom saber que, se um Motor de Arranque tem o sentido horário e por equivoco um Bendix “anti-horário” foi instalado, isso também resultará no Bendix dando a      
impressão de estar girando em falso. Entretanto, isso ocorre normalmente com engrenagens e
induzidos com ranhuras retas.
II.                  Se as bobinas de campo ou “Suporte Escovas” não estiverem instalados/conectados corretos ou se um modelo errado de Induzido está instalado, isso pode também mudar a direção em que o Motor de Arranque gira e poderia resultar no Bendix girar em falso já que o “Motor” está girando na direção oposta daquela que deveria ser a correta.
III.                O volante de ignição também poderia estar solto. Neste caso, o Bendix giraria o volante, mas pelo fato do volante estar solto, ele não giraria o motor. Isso poderia de fato parecer que o Bendix estivesse girando em falso, mas não está, sendo o volante solto a causa.
IV.                E por último, se as ranhuras da engrenagem do Bendix e/ou induzido estiverem desgastados, esta poderia ser a causa do Bendix girar em falso.

Atenção!
Quando manusear um Motor de Arranque de Jet-Ski, nunca deixe-o cair, ou receber qualquer tipo de choque, inclusive com ferramentas de nenhum tipo, evitando-se assim possíveis danos nas peças internas do motor de arranque como; carcaça, imãs e/ou outras.
Por favor, lembre-se de que as informações fornecidas acima são bem generalizadas e
Tendo um melhor entendimento dos fundamentos permite-se que a lógica seja aplicada para quase toda situação ou desafio. Voltando ao básico e olhando de uma posição de entendimento geral e conhecimento prático, normalmente permite-se que sejam tomadas decisões bem calculadas e seguras.
Esperamos que estas informações sejam de valor para você ou mesmo um pouco interessantes e que você tenha aprendido algo que possa lhe ser útil no seu dia a dia.

Divirta-se!


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Video Super Kit Wiseco-Skatena Honda CRF240F




Assista a este video!

A "loira", pilotando uma Honda CRF230F equipada com o Super Kit Wiseco-Skatena Big Bore CRF240F, tá tirando um barato do cara que tomou um belo "pau"!

Instalação de Travas de Pino de Pistão Wiseco-Skatena

Instalação de Travas de Pino de Pistão Wiseco-Skatena

A instalação de Travas de Pino de Pistão é parte "crítica" do processo "mecânico" de montagem  dos pistões, mas um tanto quanto simples e "seguro" se você seguir atentamente os passos e em sua ordem como apresentamos no vídeo a seguir;





Vídeo de instalação de travas.

Passo nº 1


Verificação das partes e peças que compõem um pistão Wiseco. 


A primeira coisa que se deve fazer quando se obtém um pistão é retirar as peças e partes da embalagem para uma verificação.  

Quando você adquire um Pistão de Alumínio Forjado de Alta Performance Wiseco, você obtém;

- Pistão
- Anéis
- Pino 
- Travas e é claro, 
- Manual de Instalação

Passo nº 2

Instalação das Travas do Pino de Pistão


Nós vamos começar a instalação da primeira trava o que pode ser feito na bancada e não que dizer que "tem" que ser feito "no motor".

Você deve posicionar a trava com sua abertura para cima ou para baixo. Nós preferimos fazê-lo para cima.

Normalmente você poderá começar utilizando os seus dedos e posicionando uma ponta da trava dentro da canaleta e empurrando-a com os dedos para dentro o máximo que puder e quase até o fundo e finalizando com uma ponta  para dentro da canaleta.

Gire um pouco a trava e certifique-se de que a mesma esteja "segura" dentro da canaleta em toda a sua circunferência.

Atenção!!

Um dos importantes pontos que você deve ter em mente quando ao instalar uma trava de pino de pistão é não machucar a parte interna do pistão ou utilizar ferramentas que possam danificar as travas, o pistão ou fazer rasgos na canaleta. 

Outro ponto é o cuidado para não provocar um "stress" ou mesmo alterar a "tensão" da trava, forçando-a ou "pressionando-a" demais ou utilizando uma ferramenta na instalação. Quando você altera a tensão de uma trava você corre o risco Nós sempre evitamos a utilização de chave de fenda.

Para maiores informações ou perguntas, você pode sempre acessar www.sktpro.com ou nos contatar no Brasil através de; www.skatena.com

Bom trabalho e sucesso!

Carlos "Skateninha" Ourique

sábado, 1 de dezembro de 2012

Folga Entre Pontas de Anéis de Segmento-Instalação de Anéis - Cinta Wiseco de Instalação de Pistão


Verifique a Folga Apropriada Entre as Pontas dos Anéis de Segmento de Pistão
A falha em “certificar-se” da aplicação da folga apropriada entre as pontas dos anéis, deve causar o “encontro” das mesmas e um dano ao motor pode ocorrer.
1- Em algumas aplicações, uma “placa de torque” (dispositivo que simula a função de aperto do cabeçote) deve ser montada ao cilindro ou bloco e “apertada” de acordo com as especificações do fabricante do equipamento.
2- Verifique a folga entre as pontas instalando “o anel” dentro do cilindro. O diâmetro do cilindro deve estar livre de qualquer conicidade. Utilize o pistão para ajustar o anel no diâmetro do cilindro e verifique a folga entre as pontas usando um “calibre de lâminas”
3- Observe a tabela abaixo para a folga apropriada entre as pontas dos anéis para a sua aplicação específica.
4- “O anel” de controle de óleo deve ser instalado sem ter a sua folga entre pontas modificada. A folga entre as pontas dos anéis deve ser de, no mínimo, .010” (polegada) ou 0.254mm.
Instruções de Folga entre as Pontas dos Anéis
1- Multiplique o número de seu diâmetro seguindo a coluna “Diâmetro X” para a sua aplicação a fim de determinar a folga entre as pontas dos anéis.
Exemplo: para o anel superior de pistão de jet-Ski com um diâmetro de 82.00mm, multiplique 82,00 por .004 = 0.33mm
2- A folga entre as pontas no Segundo anel deve ser sempre maior do que a folga do primeiro anel (superior) , isto irá ajudar a evitar a vibração ou “levantamento” do anel.

                                                      ESMERIL DE ANEL ELÉTRICO


                                          
                                          ESTILO DE LIXADOR MANUAL DE ANÉIS





Foto aumentada de um procedimento incorreto de lixar a ponta de anel. Por favor, tome cuidado extremo quando lixar manualmente, é possível lascar/descascar o material do anel.


CORRETO
INCORRETO


Instalação dos Anéis
  1. “Mola” de Anel de Controle de Óleo: Insira a “Mola” de Anel de Óleo na Canaleta com as Pontas da Mola a 90 graus de cada orifício do Pino do Pistão. Tenha a Certeza de que as Pontas da Mola estejam Visivel e corretamente “encontradas” (veja ilustração 1). Se as Pontas da Mola estiverem Sobrepostas, o Motor Irá “Fumar” Devido ao Excesso de Óleo e Dano ao Motor Poderá Ocorrer.
  2. Aros de Anel de Controle de óleo: Os Aros de Anel de Controle de Óleo Podem ser Montados com Qualquer Lado para Cima. Utilizando a “Mola”, Instale os Aros Dentro da Canaleta Instalando o Primeiro Aro embaixo da Mola e o Segundo em Cima da Mola. As Pontas dos Aros Devem Estar Localizadas a 180 Graus Distante das Pontas de Cada Aro e Diretamente Sobre Cada Orifício do Pino do Pistão. Após a Instalação dos Aros, Verifique Duplamente a fim de Garantir que as Pontas da Mola Estão se Encontrando Apropriadamente.
  3. Segundo Anel: Instale o Segundo Anel com as suas Marcas Voltadas para Cima.
  4. Anel Superior: Instale o Anel Superior com as Marcas voltadas para Cima. Caso o Anel não Tenha Marcas Próximo à sua Ponta, então Qualquer um dos Lados Pode estar para Cima.



                                                                             



                         SOBREPOSIÇÃO “INCORRETA” DAS PONTAS DO ANEL DE ÓLEO

                                           

                                                 ENCONTRO CORRETO DAS PONTAS




Cinta Wiseco de Instalação de Pistão em Cilindro 




                           
                                             Diâmetros para aplicação específica

Alumínio forjado com tratamento "Armor Glide" para fácil deslizamento do pistão/anéis
Ferramenta imprescindível na instalação de anéis de controle de óleo a fim de evitar danos ao cilindro, anéis e pistão




                                                 Expansor de Anéis de Segmento





                                       Para a Instalação de Anéis de Segmento no Pistão

www.sktpro.com
skt.pro@hotmail.com
 


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Tratamento Anti-Atrito das Saias de Pistões

 

                                          Pistões com Tratamento Anti-Atrito nas Saias 





Olá, para quem é “curioso” e quer saber mais sobre pistões, suas características, atributos e utilização, eu gostaria de compartilhar acerca do tratamento “Anti-Atrito” nas saias dos mesmos e alguns de seus tipos/denominações e características.

Existem alguns “tipos” de tratamento “Anti-Atrito” nas saias dos pistões, mas eu gostaria de me concentrar nos mais modernos como o “MOS2” e o “Armor Glide”, este último “exclusivo” da Wiseco, líder mundial na fabricação de Pistões de Alumínio Forjado de Alta Performance.

O tipo denominado como “MOS2”, é um tratamento de tecnologia mais moderna já que tem como característica a sua aplicação especificamente nas áreas que “interessam” e diferentemente de “outros” já mais ultrapassados que acabam sendo aplicados “também” (além das saias) em áreas que não interessam e que podem, de certa forma ser comprometedor como, por exemplo, quando aplicados em canaletas e/ou orifícios dos pinos do pistão.

O tipo “MOS2” (aplicado nos pistões SKT), assim como a grande maioria de tratamento “Anti-Atrito” permanece aderido às saias durante o período “crítico” de amaciamento do motor, “desaparecendo” em geral com o tempo correspondente.

O tipo “Armor Glide” da Wiseco tem a característica “exclusiva” de permanecer aderido às superfícies das saias do pistão durante o período de vida útil típica do pistão, salvo é claro, quando de travamento e/ou atritos excessivos causados por mau funcionamento do motor.

Alguns aspectos a serem considerados acerca dos pistões com tratamento Anti-Atrito nas saias tem a ver com o correto ajuste “técnico” dos mesmos para com a camisa do cilindro correspondente.

Em geral, os referido tratamentos possuem uma determinada espessura (algo que pode variar em torno de aprox. 0,01 e 0,02mm) e que deverá ser considerada quando do ajuste (retífica/brunimento) do pistão com a camisa do cilindro, ou seja, a mencionada “espessura” deverá ser subtraída da tolerância (folga) sugerida pelo fabricante do mesmo ou aquela determinada pelo preparador em motores com características de alta performance e/ou aplicações específicas, como por exemplo  em competições, quando folgas adicionais podem/devem ser aplicadas.

Além dos próprios benefícios dos referidos tratamentos que, por agirem como um “lubrificante”, permitem a aplicação de tolerâncias (folga) mais “justas” e consequentemente, resultados melhorados de amaciamento do motor/assentamento das partes, maior vedação dos gases, performance e vida útil, podemos citar a seguir, algumas das características do tratamento anti-atrito “Armor Glide”, mencionadas pela Wiseco;


• Menor atrito aumenta a eficiência dos pistões e contribui para o aumento de potência.

• O tratamento anti-atrito “Armor Glide” de fato compensa a dilatação térmica desforme do diâmetro do pistão, criando um perfil perfeito para a máxima potência e vedação do cilindro.                                          

• O tratamento anti-atrito “Armor Glide” das saias dos pistões é aplicado somente onde “interessa” de maneira que não haja inconsistência de espessura ou indesejado excesso de aplicação para dento de áreas funcionais do pistão.

• O processo computadorizado de aplicação “Armor Glide” dos pistões permite um tratamento anti-atrito extremamente consistente e uniforme que “acompanha” o perfil das saias do pistão.

•O “tempo” dos processos de aplicação do tratamento anti-atrito “Armor Glide” nas saias dos pistões são rigorosamente controlados de maneira que não haja compromisso com a matéria prima do pistão, seu tratamento térmico ou geometria. Estes “tempos” também proporcionam a mais alta qualidade em características de espessura e aderência do tratamento anti-atrito “Armor Glide” nas saias dos pistões.

Atenciosamente,

Carlos "Skateninha" Ourique
scateninha91@hotmail.com
ww.sktpro.com
 
  

domingo, 23 de setembro de 2012

Pre-mix Gasolina/Oleo para motores de Jet-Ski de 2 Tempos



Ola amigos e colegas, proprietários e/ou usuários, amantes dos Jet-Skis de 2 Tempos:
Eu tenho observado e me preocupado com a falta de conhecimento (por parte dos proprietários usuários de Jet-Skis) e de informacao disponivel neste segmento no que se refere aos corretos procedimentos de "Pre-Mix" ou pre-mistura de óleo à gasolina, utilizado quando da eliminação do sistema original de Auto-Lubrificacao (auto-lube) através de bomba de óleo de funcionamento mecanico e, naturalmente, passivel de falhas!

Eu gostaria portanto, de compartilhar com voces sobre este assunto tão importante e imprescindivel para o correto e bom funcionamento do motor e que, com certeza, pode evitar um desgaste prematuro, sem mencionar os possiveis danos "catastróficos" ao mesmo e os consequentes prejuízos que pode acarretar ao  "nosso" bolso!

Segue portanto, abaixo descrito, alguns passos e procedimentos que podem contribuir para o correto procedimento de Pre-Mix;

1°— Gasolina e Óleo
Escolha sempre a gasolina e óleo sugeridos pelo fabricante do equipamento, atentando-se quanto ao tipo e octanagem do combustivel  e especificações do óleo lubrificante. No que se refere ao combustivel, sugiro a utilização da gasolina Premium da Ipiranga (91 octanas) ou Podium da Petrobrás, excluindo qualquer tipo de "aditivada". Procure manter um padrão da gasolina "apropriada" utilizada e ter a certeza de sua procedência e qualidade, escolhendo um "posto" de sua confiança e conhecimento e efetuando a pre-mistura de preferência na quantidade que você acredita que irá consumir por completo no "breve" periodo da utilização do equipamento, ou seja, sempre "fresca", ja que tanto a gasolina quanto o óleo tendem a perder as suas caracteristicas e propriedades (oxidação) quando armazenados e não consumidos por um certo tempo, isto principalmente após terem sido misturados! Lembrem-se que as embarcações em geral, permanecem "paradas" em marinas ou em "casa" em períodos de "baixa" estação, o que torna ainda mais importante o acompanhamento e procedimentos descritos, e que, no "frigir dos ovos", é de responsabilidade do proprietário do equipamento!

2°- Recipientes /Taxa/Cálculo do Pre-Mix
Efetue a pre-mistura em um galão de plástico e utilizando um recipiente
medidor de liquido (veja foto abaixo) no qual voce poderá medir a proporção de óleo lubrificante compativel com a quantidade de gasolina. Refira-se sempre às informações de proporção de óleo à gasolina sugerida pelo fabricante. Em geral, os fabricantes de óleos de 2 tempos, trazem sugestão de taxa de pre-mix em suas embalagens e que devem ser observados, mas sempre considerando também a sugestão do fabricante do equipamento, o qual conhece muito bem as demandas de seus motores neste quesito.


Para vocês, amigos que utilizam iPhone, existe o aplicativo abaixo e que é muito interessante e prático para se calcular o "Pre-Mix", cujo link descrevo a seguir, a fim de que você possa "baixá-lo" em seu aparelho.



Importante! Procure não aumentar a proporção de óleo à gasolina, daquela sugerida pelo fabricante do equipamento, já que mais óleo significa menos combustível (gasolina), "afinando" a mistura (carburação) e comprometendo a alimentação e refrigeração do motor, já que estes são os papéis da gasolina, pois o óleo "lubrifica" e não refrigera! Equivocado é pensar que mais óleo que o necessário/sugerido, mais segurança quanto à manutenção e bom funcionamento do motor, sendo que isto poderá também comprometer uma boa leitura da queima das velas de ignição, procedimento este imprescindível para o bom acompanhamento do motor e a garantia de observação de seu real funcionamento!

3º- Misturando
Após ter adicionado o óleo "2 Tempos" no galão e tampado-o seguramente, inicie o procedimento de mistura, "chacoalhando/balançando" o galão por várias vezes até a completa e homogênea mistura de ambos os líquidos. Em caso de tipos de óleo com alto índice viscosidade, o procedimento acima deverá ser ainda mais prolongado até a perfeita mistura.
Ob; ocorre com frequência e por falta de informação, o "errôneo" procedimento de "mistura" do óleo diretamente no tanque de combustível do jet e no momento de abastecimento do tanque no posto, e que torna ineficiente a "mistura" da gasolina com o óleo, já que o óleo por ser mais "pesado" tenderá a descer e simplesmente "repousar" no fundo do tanque, sem se quer misturar adequadamente na gasolina.
Sempre que, após a navegação com seu Jet, permacer com o mesmo estacionado/parado por algum tempo, ao retornar, tenha a certeza de que, dentro d´água e  antes de funcionar o motor, você movimente (balance) o Jet para os lados e para a frente a fim de, novamente, permitir que o óleo se misture à gasolina e assim por diante em ocasiões semelhantes.

Sendo assim, pense comigo, será que muitos motores não estão tendo que ser recondicionados com vida útil reduzida e gastos desnecessários por falha em proceder o Pre-Mix corretamente? Creio que sim!

Boa pilotagem e divertimento "com segurança"!

Atenciosamente,

Carlos "Scateninha" Ourique

skt.pro@hotmail.com
http://www.sktpro.com






domingo, 12 de agosto de 2012

Como são fabricados, Pistões Wiseco, de Alumínio Forjado de Alta Performance



Para os aficionados por Motores, Competições de Motocross, Motovelocidade, Jet Ski (Personal Watercraft), whatever, ou qualquer modalidade de Esportes a Motor em Geral, este vídeo relata a "Arte" de se manufaturar um pistão Wiseco, de Alumínio Forjado de Alta Performance que é uma verdadeira "Obra Prima" humana! Quem já teve a oportunidade de exigir o máximo de seu motor em uma competição, utilizando-se de um Pistão Wiseco Forjado sabe exatamente a que estou me referindo, quando por um período longo de tempo e em uma sobrecarga máxima de seu motor você "recebe" aquilo que "espera",.... uhau!!! IIhaaa!! Mas para você, que nunca desfrutou desta maravilhosa experiência e sensação, ainda é tempo de provar, não perca tempo, faça parte daqueles que experimentam o que há de melhor nesta vida, enrolar o cabo e ser correspondido!!
Curta isso!! Abraços, brothers!!


Carlos "Skateninha" Ourique

www.sktpro.com
skt.pro@hotmail.com